Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Tingimento Caseiro

Material:


-tecido adequado;
-Anilinas;
-Fixador (Cloreto de Sódio) ;
-Água;
-2 recipientes;

-1 panela.

nota:Utilizar tecidos já preparados e compatíveis ao tingimento, por exemplo 100%algodão

Procedimento:

1º Aquecer determinado volume de água numa panela;
2º Colocar num recipiente água;
3º Colocar num recipiente água com cloreto de sódio (fixador da cor); 4º Juntar à água aquecida, quantidade de anilina proporcional ao tecido a tingir e proceder á sua dissolução;
5º Posteriormente introduzir o tecido na preparação e deixar repousar um pouco;
6º Retirar o tecido, e passá-lo pela água;
7º Seguidamente, retirar o tecido e colocá-lo no recipiente com fixador, e deixar repousar um pouco de modo a fixar bem a cor;
8º Por último, retirar o tecido e deixá-lo secar.

 

publicado por Ana's às 10:53

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2ºPeríodo

Após um período dedicado á investigação e tratamento da parte teórica, o 2ºPeríodo foi a conclusão dessa fase e o inicio da prática.

Inicialmente foi concluido o trabalho teórico, no qual procedemos á realização deste blog, de modo a expor por outros meios o nosso projecto, dada a utilização da internet.

Neste período foi realizada uma visita à Vilartex, que se mostraram bastante disponiveis, auxiliando-nos tanto na oferta de tecidos, como numa pequena visita que nos permitiu conhecer melhor o ramo da industria têxtil numa visão mais crítica.

Finalmente iniciamos a parte prática, começamos por realizar alguns tingimentos-teste em porções de tecido, com o objectivo de visualizar a fixação das cores e aperfeiçoar a técnica.

Além disso, e como conclusão do 2ºPeríodo, realizámos um mini-projecto, que consistiu no tingimento e pintura de camisolas a serem usadas pelos elementos da turma no último dia de aulas do mesmo período.

O mini-projecto foi concretizado com sucesso, embora algumas cores tenham sido menos bem sucedidas, no geral conseguimos realizar este mini-projecto que serviu como ensaio para o projecto final.     

publicado por Ana's às 10:14

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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

A Influência da moda nos dias de hoje

Vivemos num mundo em que a moda está presente em tudo, no que vestimos, no mobiliário das nossas casas, os lugares a frequentar, a moda cerca-nos por todo o lado.

A moda é uma tendência da actualidade, é um fenómeno sócio-cultural que expressa hábitos, usos, costumes da sociedade, num determinado momento.

As tendências da moda surgem, geralmente associadas a uma passagem (do Verão para o Inverno ou do Inverno para o Verão), dado que é nessas alturas que se dão as nossas maiores alterações de humor, o clima do país e a cultura também são dois aspectos que influenciam as tendências. As cores são a principal influência dado que para os países mais quentes predominam as cores claras, nos países mais frios predominam as cores mais escuras, o mesmo acontece com as estações do ano.

A tendência para escolher o estilo e até mesmo as cores da roupa, tendo em conta o que se usa no momento na sociedade em que se está inserido, pode ser um factor negativo, dado que, muitas vezes as pessoas deixam de lado os seus gostos pessoais e tentam vestir o que se usa, tentam andar na moda, provocando um aumento na massificação da cultura, tornando assim a sociedade pouco diversificada e até bastante monótona.

Contudo, a moda é facilmente mutável, dado que estamos constantemente a mudar o vestuário ou os penteados, o que está na moda usar agora, já não estará alguns meses depois.

Deste modo, a moda também influência a economia, pois para andar na moda é preciso comprar novas peças de vestuário e adereços, havendo assim um maior gasto de dinheiro, sendo um factor negativo para os consumidores e em contrapartida positivo para os comerciantes, dado que vai existir uma maior procura dos seus artigos.

A moda também tem aspectos positivos, como a originalidade, tanto na criação de novas texturas, novos padrões e novas peças de roupa com formatos diferentes dos habituais.

Podemos também criar a nossa própria moda, através de aplicações que fazemos em casa, ou até mesmo confeccionar a nossa própria roupa, contribuindo assim para a diversidade e tornando o mundo original.

A beleza é um factor de grande importância na sociedade em que vivemos, fala-se mesmo em perseguição de beleza, a moda contribui para este facto, pois moda e a beleza andam de mãos dadas. Muitas vezes existe a ideia errada de que o ideal de beleza é o que desfila pelas passerelles, tendo por vezes consequências trágicas como é o caso da anorexia.

Em suma, a moda trás benefícios importantes tanto a nível económico como a nível social, a sociedade comercial está sempre atento às nossas necessidades, contudo é preciso ter em atenção todas as consequências que dela advêm, como o consumismo, a massificação das culturas e a perseguição de beleza.

publicado por Ana's às 19:58

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Estampados dão nova vida aos tecidos

Para além do tingimentos dos tecidos (o qual iremos concretizar na parte prática), há outras formas de colorir e engraçar os tecidos, uma delas são os estampados.

            A estamparia, pode ser “transfer sublimática” ou “silk screen”,   também chamada de estamparia de mesa, e que pode ser manual ou automatizada. Os processos de estamparia utilizam diferentes técnicas com a finalidade de alterar os tecidos colocando-lhes desenhos variados, que podem ser florais, geométricos, listrados, manchados, entre muitos outros.

            Uma estamparia de mesa automática funciona da seguinte forma: é feito um negativo do desenho em um filme de poliéster, que depois é gravado num quadro. O número de quadros utilizados é correspondente ao número de cores do desenho, pois cada quadro correspondente ao numero de cores do desenho, pois cada quadro corresponde a uma cor.

As cores são estampadas separadamente nos tecidos com tinta acrílica, também chamada de pigmento, numa mesa de 50 metros, que possui um tubo de ar quente que possibilita maior rapidez na secagem dos tecidos. Depois de estampar todas as cores, o tecido vai para uma estufa com temperatura de 180º que seca e fixa a tinta.

Outra forma de estampar tecidos é o transfer, que é um processo mais avançado  tecnologicamente em termos de maquinaria. O negativo com o desenho não é gravado em quadros, mas sim em cilindros estampadores de níquel cromo, que são perfurados de acordo com o desenho desejado. Cada cilindro corresponde à uma cor do desenho, e possui 1,60m de largura.

Todos os cilindros são encaixados numa máquina que imprime as tintas num papel especial para o processo transfer. A tinta usada, chamada sublimática, é seca a 90º no papel, que depois de seco, é colocado em uma calandra, juntamente com o tecido que irá ser estampado. Com uma temperatura de 180º, a estampa contida no papel é transferida para tecido, através do calor e da pressão mecânica.

 

publicado por Ana's às 19:55

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Pintura em tecido

A pintura é uma forma sublime de exprimir um sentimento. Quando se pinta em tecido, poderá ser por dedicação, prazer, passatempo..., no entanto, a pintura em tecido é, sem dúvida, arte. Sendo assim, como se torna frustante, todo aquele empenho, criação e dedicação a um trabalho, que logo na primeira lavagem, simplesmente não resiste? Para tal não ocorrer é importante ter precauções, desde a escolha apropriada do tecido, às tintas mais seguras, evitando assim, a que a nossa obra de arte se estrague na primeira lavagem.

           O primeiro passo é a escolha do tecido. É extremamente importante, visto que a velocidade e a maneira como as tintas se expandem, depende da qualidade e da espessura do tecido. Assim, este deve ser 100% natural (seda, algodão, lã, linho...), e encontrar-se livre de gomas ou de qualquer produto químico que podem impedir a absorção da tinta.

            Após a escolha do tecido, surge a escolha do pincel. Este deve ser seleccionado de acordo com o tipo de tecido assim, para tecidos grossos, devem-se utilizar pincéis de numeração variada, chatos e de cerdas duras. Enquanto para tecidos delicados, devem ser usados pincéis de número variado, redondos e chatos, mas com cerdas macias.

            Depois da escolha dos pincéis, deve-se proceder à preparação destes, não devem ter rebarbas; deve-se também desbastar os pincéis dos dois lados, se estes estiverem desiguais. Deve-se também ter em consideração, os pincéis utilizados para acabamento, devendo ser redondos e numeração 0,2,4 e 5.  A correcta limpeza dos pincéis é muito importante pois, é do estado dos pincéis que depende a qualidade da pintura da sua peça. E os pincéis são uma importante ferramenta de trabalho que deve ser tratada com importância e cuidado. Nunca deixar secar a tinta nos pincéis pois estes poderão ficar secos, com a tinta agarrada às cerdas ficando assim estragados facilmente. Portanto devem ser lavados sempre que os utilizarmos.

Posteriormente, surge a escolha das tintas.

Na estamparia artesanal, utilizando a técnica de carimbos, estêncil, ou de pintura directa, usa-se frequentemente a “tinta acrílica para tecidos” e “tinta aquarela para seda”.

As tintas acrílicas para tecido são pigmentos dispersos em resina acrílica, que se tornam ligeiramente viscosas, permitindo a impressão, ou pintura do tecido, sem que a tinta escorra.

Por sua vez, as “tintas aquarela para seda”, podem ser usadas com carimbos, desde que sejam acrescidas a um produto, expressamente próprio. A mistura dos dois, tornará a tinta viscosa, podendo ser facilmente aplicada.

Após, a escolha de tecido, pincéis e tintas, procede-se à técnica da pintura em tecido. Esta técnica divide-se em três etapas: Absorção (das tintas), Fixação (das tintas) e Enxaguar (de excesso e do não fixado).

Na primeira etapa, absorção, procede-se à pintura do tecido, com o recurso aos pincéis e tintas apropriadas.

De seguida, e depois do tecido se encontrar completamente seco, procedesse à fixação da tinta, isto para permitir uma ligação permanente entre a tinta e a fibra.

Por último, temos o enxaguar. É feito em água corrente e deve-se agitar o tecido, de modo que os excessos de tinta sejam eliminados.

Concluindo, a arte de pintar em tecido é simples, prática e acessível.

publicado por Ana's às 19:48

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Tingimento...

O tingimento de tecidos e fios é um processo químico e opcional, pois estes podem ser utilizados na cor de origem. Para se fazer um bom tingimento é necessário utilizar corantes, químicos ou naturais, que sejam reactivos. Como exemplo destes corantes temos as anilinas.

O tecido depois de passar pela tecelagem, onde é feito, passa por três etapas importantes: montagem (tratamento inicial), fixação e tratamento final.

Inicialmente faz-se o branqueamento do tecido. Neste processo dá-se também a sua vaporização. Após o branqueamento o tecido tem de ser mercerizado. A mercerização consiste na primeira lavagem com água quente e com soda cáustica, permitindo assim, o aumento do brilho e da estabilidade do algodão.

Depois de todo o tratamento do tecido estar terminado, podemos proceder ao tingimento, utilizando corantes adequados à cor pretendida e um fixador da cor, o cloreto de sódio.

Para facilitar o tingimento de um tecido é necessário tê-lo já branqueado, vaporizado e mercerizado. Assim, apenas são necessários os corantes, isto é, as anilinas e o fixador. As anilinas apenas funcionam como corante quando estão na presença de água.

Se forem cumpridas todas as regras acima descritas, conseguimos fazer um processo experimental com sucesso.

publicado por Ana's às 19:31

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Segunda-feira, 7 de Abril de 2008

Influência do pH no tingimento de um material têxtil com um corante reactivo...

Aplicação de Corantes a Fibras Têxteis 

 

Chamamos corante a uma substância colorida que em contacto com um suporte (tecido), se fixa de modo durável comunicando-lhe cor. Estes são usados desde o séc. XIX, e nesta época eram extraídos de plantas, animais e madeiras, apesar disso a variedade era reduzida. Mas, em 1856, William Henry Perkin, ao tentar preparar artificialmente a quinina, encontrou uma substância diferente. Perkin analisou o composto e verificou que ele tingia a seda natural de uma cor roxa. Esta substância foi fabricada e comercializada, descobrindo-se assim o primeiro corante sintético, a mauveína.

A fonte de matérias-primas para o futuro de corantes foi quase exclusivamente o alcatrão de hulha, mas na actualidade a maior percentagem é obtida a partir do petróleo. Estes compostos são sujeitos a reacções químicas complexas originando matérias intermédias a partir das quais se produzem corantes.

A fixação de um corante num material têxtil pode ser efectuado por diferentes processos, originando produtos com características diferentes. Alguns desses processos são:

 

*Absorção, pela fibra, de corantes solúveis em água, com formação de ligações inter-moleculares. São forças relativamente fracas que podem ser destruídas com relativa facilidade.

 

*Absorção, pela fibra, de corantes solúveis em água, sendo esses corantes seguidamente tornados insolúveis por oxidação, metalização ou hidrólise dos grupos solubilizados. Depois de passarem a insolúveis não têm tendência a sair da fibra pelo que são bastante resistente a tratamentos húmidos.

 

*Formação de corantes insolúveis por aplicação de componentes solúveis que reagem entre si.

 

*Corantes que reagem com o próprio material a tingirem por formação de ligações covalentes estáveis. Estes são os corantes designados por reactivos.

 

 Corantes Reactivos para Fibras Celulósicas

Os corantes reactivos têm um papel muito importante no tingimento de fibras celulósicas, pois adaptam-se a condições muito variáveis fornecendo tingimentos com tonalidades vivas e de boa solidez.

Um corante reactivo é constituído por duas partes importantes:

·           A parte corante (cromóforo ou cromogéneo)

·           O grupo reactivo

A parte corante, estrutura complexa com ligações múltiplas e pares electrónicos não ligantes, é responsável pela cor e determina as propriedades de solidez do material tingido à luz, ao suor, ao cloro, etc. O grupo reactivo determina o processo pelo qual o corante se combina quimicamente com a fibra, sendo responsável pela solidez do material tingido aos tratamentos húmidos.

A reacção química que tem lugar dá-se entre o grupo reactivo do corante e os grupos -OH da celulose e pode ser uma reacção de substituição ou de adição nucleofílica.

A celulose é um polímero de cadeia longa constituído por um só monómero, carbohidratado repetido n vezes, (classificado como polissacarídeo), cuja fórmula molecular se pode representar por:

 

 

 A celulose pode ser representada simbolicamente apenas por Cel-OH, evidenciando, assim, os grupos reactivos.

Representando esquematicamente o corante por D-X, sendo D o cromóforo e X o grupo substituível (que geralmente é o cloro, mas também pode ser o bromo ou o flúor), podemos escrever uma reacção química simplificada que representa essa reacção:

 

D-X      +     Cel – OH           D-O-Cel         +     HX

                                          

(combinação química Corante-fibra)

                                             

A reacção de adição poderá ser escrita do seguinte modo:

 

D – SO2 – CH = CH2 + Cel – OH    D-SO2-CH2-CH2-O-cel

                                                                 

 (combinação química Corante-fibra)

 

 

 

 

publicado por Ana's às 21:42

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Tecidos Inteligentes

Actualmente, a Moda tem vindo a conquistar um lugar de prestígio, consequentemente marca terreno e possuí um papel de relevo na sociedade.
            Um dos factores de maior influência para a criação dos vestuários foi a necessidade do Homem se proteger do meio ambiente.
            A Moda, pode-se definir como o uso ou hábito que acompanhou a história do indivíduo, desde a origem humana, recebe interferência do meio e reflecte-o de maneira social e cultural.
            Deste modo, surge assim os tecidos inteligentes, associados a uma nova tecnologia, a nanotecnologia. Esta ciência, permite produzir em escala nanómetrica, ou seja, construção de estruturas a partir de atómos, torna-se possível modificar as propriedades de materiais já existentes, ou projectar novos materiais.
            Assim, com o uso da nanotecnologia aliada ao campo da moda, o resultado são tecidos inteligentes e design de moda capazes de responder às necessidades e desejos de cada um de nós. Este facto, faz com que ‘a forma comece a corresponder à função’, ou seja, a procura para obtenção de mais conforto e praticidade, através de respostas às exigências, além das convências, possibilita ao designer, maior liberdade de criar.
            Em resposta à junção da tecnologia com a moda, surgem roupas, que não sujam, repelem café, manchas de fruta e de vinho, coletes anti-bala, roupas capazes de espantar mosquitos ou qualquer tipo de insecto, que impedem a acção dos raios ultra-violeta e ainda calçado que procura combater o stress e celulite, são assim algumas novidades na indústria da moda, que busca responder e agradar o consumidor, que cada vez mais se torna crítico e exigente. Com estas características, procura-se além do bem-estar e conforto, evitar pequenos incidentes desagradáveis, como o café derramado.
            A explicação e manutenção destes tecidos, encontra-se nas nanopartículas que permitem mudar as propriedades dos tecidos, podendo matar virús e bactérias, bloquear toxinas, permitir a troca de calor do corpo e até mesmo lavá-los, sem que estes percam as características.
            Em suma, o design de moda, considera primordial e aplica em cima do modelo, do estilo, do conforto e da forma, o bem-estar do consumidor. Surgindo assim, os tecidos inteligentes, com efeitos antibacteríanos, antimanchas e térmicos, com objectivo de oferecer qualidade aos produtos, pois expande o leque de possibilidades e projectos, contribuíndo para o bem-estar e exigências do consumidor.        
  
publicado por Ana's às 21:12

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Quinta-feira, 20 de Março de 2008

Fibras Sintéticas

O nylon foi a primeira fibra têxtil sintética a ser produzida. Dos fios deste polímero fabricam-se o velcro e os tecidos usados em meias femininas, roupas íntimas e biquínis. É um fio tão resistente quanto o fio que forma a teia de aranha. Um dos exemplos da sua resistência é o fio de pesca que é fabricado com nylon.         

 

O poliéster é um tipo de tecido sintético que tem diversas aplicações no nosso quotidiano. Tem uma aplicação especial na produção de tecidos para fabricação de roupas. Podemos definir o poliéster como sendo uma categoria de polímeros que contém o grupo funcional éster na sua cadeia principal. A sua fórmula química é C10H8O4.                             

                                                                   

A lycra é uma fibra sintética inventada pela Du Pont e pertence à classificação genérica elastano das fibras sintéticas (conhecida como spandex nos E.U.A. e Canadá) sendo descrita em termos químicos como um poliuretano segmentado. A Lycra é sempre combinada com outro tipo tecido, pois não existe nenhum tecido que seja 100% de Lycra.

publicado por Ana's às 19:35

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Fibras Naturais

 

O algodão é uma fibra natural branca ou esbranquiçada obtida numa planta de seu nome algodoeiro. É uma das principais fibras têxteis de produção, porém apenas quatro espécies de algodoeiro é aplicável no fabrico de tecidos.   

 

 

A seda é uma fibra proteica também natural, que se obtém a partir de casúlos do bicho-da-seda por processos designadas sericicultura.

Esta fibra é produzida através da baba das lagartas, em que, estas expelem através das glândulas o líquido da seda envolvido por uma goma que se solidifica imediatamente em contacto com o ar, formando assim a seda.

 

 

A lã, obtida através do pêlo das ovelhas, que depois de retirado é processado industrialmente para fins têxteis e outros. O seu processamento envolve três fases, lavagem, cardação (onde a lã se transforma em fio) e fiação.

 

 

O linho é uma planta herbacéa, bastante rara, principalmente desde que o linho industrial passou a existir. É constituído basicamente por substâncias fibrosas, da qual se extraem as fibras longas para a fabricação de tecidos. No seu tratamento estão incluídos vários processos naturais. 

publicado por Ana's às 18:43

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